•maio 30, 2007 •
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O acervo da história do Pantanal encontra-se no Rio de Janeiro e no exterior. Encontra-se fragmentos em pequenos museus espalhados por cidades do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, cuja distancia entre estas cidades são imensas para o padrão europeu e do sudeste brasileiro.Como fazer um museu sem acervo? Vi este problema como uma grande oportunidade de descobrir a região. Juntar em um espaço museau um grande quebra cabeças para que o público possa conhecer da pré – história aos dias atuais em um local único.
Fiz algumas viagens e expedições em busca de conteúdo, e o que encontrei foi uma grande lição de Brasil.
Pequenas grandes histórias pessoais e coletivas, fragmentos, ventos, pedaços de sonhos e despojos, enfim tudo que pode ser usado para o exercício da imaginação como elo de compreensão da dramaturgia do passado artístico, filosófico, antropológico, religioso – em suma: Cultura.
O Museu é como uma nave do tempo e da memória que promove deslocamentos imaginários e denuncia nossa identidade.Qual o caminho para superar a carência de acervo?
Perguntei a um homem o que era o Direito.Elle me respondeu que era a garantia do exercício da possibilidade. Este homemchamava-se Galli Mathias. Comi-o.
Oswald de Andrade.Trecho do Manifesto antropófago.
Assim o faço.
Nivaldo Vitorino

~ by nvitorino on Abril 10, 2007.
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•maio 1, 2007 •
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O acervo da história do Pantanal encontra-se no Rio de Janeiro e no exterior. Encontra-se fragmentos em pequenos museus espalhados por cidades do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, cuja distancia entre estas cidades são imensas para o padrão europeu e do sudeste brasileiro.Como fazer um museu sem acervo? Vi este problema como uma grande oportunidade de descobrir a região. Juntar em um espaço museau um grande quebra cabeças para que o público possa conhecer da pré – história aos dias atuais em um local único.Fiz algumas viagens e expedições em busca de conteúdo, e o que encontrei foi uma grande lição de Brasil.
Pequenas grandes histórias pessoais e coletivas, fragmentos, ventos, pedaços de sonhos e despojos, enfim tudo que pode ser usado para o exercício da imaginação como elo de compreensão da dramaturgia do passado artístico, filosófico, antropológico, religioso – em suma: Cultura.
O Museu é como uma nave do tempo e da memória que promove deslocamentos imaginários e denuncia nossa identidade.Qual o caminho para superar a carência de acervo?
Perguntei a um homem o que era o Direito.Elle me respondeu que era a garantia do exercício da possibilidade. Este homemchamava-se Galli Mathias. Comi-o.
Oswald de Andrade.Trecho do Manifesto antropófago.
Assim o faço.
Nivaldo Vitorino
~ by nvitorino on Abril 10, 2007.
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Tags: itamaraty
•abril 30, 2007 •
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Saimos de Corumbá logo cedo com destino a Nhecolandia pela estrada parque.
Foto: Gabi Ferrite
Queria ver e fotografar os animais que andam livres pelos campos alagados.
Em busca de algo material ou imaterial.
O nome Nhecolandia é devido ao fazendeiro Nheco que alí nasceu e seu pai, o Barão de Vila Bela fundou a primeira fazenda da região, a Fazenda Firme.
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•abril 30, 2007 •
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Do outro lado da serra fica nosso destino.
Foto: N. Vitorino
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•abril 30, 2007 •
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Nesta época de setembro o nivel de agua das cheias cria inumeras lagoas.
Foto: Gabi Ferrite
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•abril 30, 2007 •
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Saimos da rodovia e entramos em uma estrada de terra em direção a estrada parque.
O vermelho da terra é manganês.
Foto: Gabi Ferrite
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•abril 30, 2007 •
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A estrada parque possui mais de 50 pontes como esta.
Foi construída pelo Marechal Rondon para a instalação do correio no início do sec. XX.
Foto: Gabi Ferrite
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